Coordenador geral do e-Tec/EAJ participa de Seminário de EaD no Maranhão

Nesta sexta-feira (23), o presidente do Fórum Nacional da Rede e-Tec Brasil (FNe-Tec) e coordenador geral do e-Tec/EAJ, Max Lacerda, proferiu palestra durante o 2º Seminário de Educação a Distância do Instituto Federal do Maranhão. O evento, realizado de 22 a 24 de junho em São Luiz, se propôs a discutir as temáticas relacionadas à institucionalização da educação a distância no IFMA com o objetivo de trabalhar a institucionalização do Ensino a Distância no âmbito da Rede Profissional e Tecnológica e, também, abordar os principais desafios da Rede e-Tec Brasil.

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O presidente do FNe-Tec pontuou alguns dos principais desafios em relação a educação a distância atualmente. “Tradicionalmente a Rede e-Tec trabalhava com cursos subsequentes (cursos de quem já tinha concluído o ensino médio), o Profuncionário (formação dos técnicos em educação) e a e-Tec idiomas. O nosso primeiro grande desafio é que hoje não temos perspectivas de como vão continuar essas ofertas, pois não existe nenhuma sinalização de orçamento para isso. Dessa forma estamos abarcando o MedioTec EaD, que é uma oferta concomitante ao ensino médio estadual e isso é uma novidade que exige adequação de projetos políticos”, expôs.

O professor Max Lacerda explicou a relevância de abordar essa temática neste seminário. “É importante discutirmos esse tema durante o seminário porque precisamos criar uma massa crítica para ficar atuando com EaD. Queremos ir além do operacional e discutirmos o nosso fazer e até questionarmos ‘o que a gente tá fazendo é o ideal?’. Então, momentos como esse são importantes porque a gente possa debater com quem está atuando no programa”, disse.

“A institucionalização iniciou com os programas que vieram da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (SETEC-MEC) e pelo Programa Universidade Aberta do Brasil (UAB) que já vinha com os parâmetros estabelecidos pela CAPES – agência que financia a UAB. Essa trajetória, que vem desde 2008, nos permitiu ganhar experiência para desenvolver os nossos próprios métodos e metodologias. Queremos formatar os nossos próprios modelos institucionais”, destacou a diretora do Centro de Referência do IFMA, Simone Santos.

Fonte: site do IFMA